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sábado, 31 de março de 2012

Dignidade ao trabalho, ao oráculo

Na antiguidade, nada se fazia sem o oráculo. Guerras, casamentos, negócios, colheitas... aos ritos e eventos, a toda a marcação de tempo e fazeres, o oráculo fazia parte da sociedade.

Delfos. Dodona. Olímpia. Apollo... Zeus... as vozes dos Deuses conhecidas na terra para orientar os humanos. Um olhar sobre o que podemos ser.

Fico pensando como as coisas entraram em outro patamar hoje. Da perda da dignidade tanto de quem trabalha com isso quanto do próprio oráculo.

Para se consultar em Delfos era preciso ser a época propícia, pagar os préstimos ao templo e a Apollo, estar purificado.

Hoje vemos o tarot voltado para amarraçõesdoamor ou pessoas querendo que o tarólogo resolva magicamente meia dúzia de presepadas nas quais o consulente se meteu.

Eu sei que o tempo histórico fez o oráculo ir nas cartas e fazer com que ele estivesse nos bolsos dos soldados, nas bolsas das ciganas. Andando o mundo. Tomando o mundo.

Pelo tempo, mulheres e homens se tornaram tarólogos e, se formos nos aperfeiçoando como O Eremita dita, deveríamos estar sim correndo, talvez em trabalho de formiguinha, a fazer com que as coisas se esclareçam.

Tarot é sim dO Mundo.
Porém, nós, tarólogos, temos de ser seus zeladores. Seus curadores. Para que não se faça mal uso. Para que seu nome não seja usado em vão.

Pietra,
que a acha que certos programas de tv precisam (faz tempo) de bons redatores. Notícias Populares não existe mais, people.

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